14 junho 2008

Do Coração

Desse é que eu não sei mesmo.
Desse nunca neguei desconhecer.
Desse que me domina
Desse que me conduz.

Coração que sente o que quer,
E que se abre,
E doa-se por inteiro,
Muito, mas muito mesmo

-Verdadeiro.

Que me fragiliza no total,
Embriaga,
Corrói...

Que me tira a fome.

Desse coração sem boca,
Que não me ajuda nas respostas.


Paulo Renato,
14/06/2008.



2 comentários:

Sonia Schultz disse...

"Paulo, a sua arte em escrever, encanta! Parabéns!"
Sonia Schultz

Anônimo disse...

Que legal! Muito bonito! Adorei!
Jade Petronilho (Sampaonline)